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Cérebro_Coração

Postado por Redação Instituto Pinheiro em 21/08/2018 - 11:11:56

A aula-performance Cérebro_Coração – resultado de um longo processo criativo que Mariana Lima experimentou nos últimos sete anos – estreia temporada no Sesc Belenzinho

 

Motivada pela leitura de Em Busca do Tempo Perdido, de M.Proust, e por uma série de acontecimentos pessoais, ela começou a pesquisar, improvisar e escrever sobre memória, linguagem e neurociência. A versão final do texto foi construída no período de ensaios, com a colaboração de Enrique Diaz e Renato Linhares, também diretores do espetáculo. No palco, a atriz encena o que definiu como ‘aula-performance’, ao borrar a fronteira entre o teatro e a sala de aula.

 

“Eu sempre escrevi muito, mas em cadernos que só eu acessava. Tentei compensar de algum modo minha lacuna de não ter feito universidade com o autodidatismo, lendo e participando de aulas como ouvinte. Algumas delas me transformaram profundamente. Aquilo me despertou um interesse novo e muito pulsante na performance de um professor na sala de aula, tensionando o mundo das ideias com a presença dele e a dos alunos, despertando interesses e provocando erupções inesperadas. Fiquei com vontade de experimentar o que seria fazer uma aula como um espetáculo e fui juntando tudo neste formato”, conta Mariana.

 

Não à toa, durante o período de ensaios, o espetáculo foi apresentado para alunos do Ensino Médio em algumas escolas da Rede Estadual do Rio de Janeiro (São João de Meriti e Nova Iguaçu). O texto foi mostrado, ainda em processo, em salas de aula, sem nenhuma maquiagem cênica, contando apenas com a força da palavra. As muitas conversas com estudantes e professores também foram fundamentais para a versão final da peça. Ao longo da temporada, os encontros pelos colégios vão continuar.

 

“Em alguns casos, os alunos acharam que era uma aula de verdade, foi muito bonito. Viram ali uma cientista falando de cérebro, de neurologia. Só acharam que era uma aula diferente, onde estavam sendo convidados para fechar os olhos e olhar para dentro”, relembra Mariana, cujo desejo de levar teatro para as salas de aula vem ao encontro de furar uma certa bolha que separa o teatro da juventude e de uma massa muito carente de cultura no País. “Não me interessa fazer espetáculo para uma bolha de gente, feita de pares e algoritmos. Como fazer para que a massa fora da bolha vá ao teatro e se interesse? Penso que ir até eles pode ajudar a responder essa pergunta”, analisa.

 

Perguntas não faltam no texto de Mariana. A partir de algumas informações científicas, ela compartilha uma série de questionamentos, expõe pensamentos, fragilidades e verdades ambíguas. Para ela, tanto o teatro como a sala de aula são lugares de transformação e de troca, onde você nunca sai da mesma forma que entrou.

 

“Não tenho desejos e inclinações messiânicas, de querer expor a minha verdade. O espetáculo é mais um compartilhamento de perguntas do que de respostas.  Tem mais a ver com expor a falha do que expor certezas e pensamentos bem acabados”, sugere.

 

Entre as referências usadas na concepção do espetáculo, está a obra de Leonilson (José Leonilson Bezerra Dias (1957-1993), artista visual cujo trabalho é, predominantemente, autobiográfico e movido pela necessidade de registrar sua subjetividade. ‘É bom lembrar de olhar para você mesmo, não o você que se expõe midiaticamente o tempo todo. É poder olhar para o que você seria bem lá dentro, do jeito que o Proust, a Clarice, o Leonilson e a Hilda Hilst olharam’, conclui Mariana.

 

Horários: Sextas e sábados, às 21h30.

Domingos e feriados, às 18h30

Data: 21/09/2018 até 23/09/2018
Horário: 21:30
Quando: Sexta a Domingo
Valor: R$ 30,00
Site/E-mail: www.sescsp.org.br
Fonte: Assessoria de Imprensa Verbena Comunicação
Local: Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000 - Quarta Parada
Telefone: (11) 2076-9700

Obs: As informações acima são de total responsabilidade da Fonte declarada. Não foram produzidas pelo Instituto Pinheiro, e estão publicadas apenas para o conhecimento do público. Não nos responsabilizamos pelo mau uso das informações aqui contidas.