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Por Elas

Postado por Redação Instituto Pinheiro em 05/12/2018 - 14:11:09

Uma mulher é lançada do quarto andar pelo namorado que não aceitava o fim do relacionamento. Outra leva um tiro do marido por não largar o emprego. Uma terceira, que jurava ter se casado com príncipe encantado, é espancada por ele. A namorada do dono do morro é mantida por ele em cárcere privado. Histórias reais e impactantes, dores sem cor e classe social, compõem o texto do espetáculo “Por Elas”, que, após o sucesso da primeira temporada em agosto, volta à cena carioca.

 

A nova temporada mantém o objetivo primordial do espetáculo provocar a reflexão e estimular o debate sobre os direitos humanos e a equidade de gênero, cooperando para a prevenção e o enfrentamento da violência doméstica e do feminicídio na sociedade.

 

Originada de retalhos de histórias reais, a dramaturgia de “Por Elas”, dirigida por Sílvia Monte, com texto de sua autoria em parceria com o advogado e dramaturgo Ricardo Leite Lopes, passeia pelo épico e pelo dramático, pelos tempos presente e passado. Cada uma das sete personagens femininas carrega histórias de outras tantas mulheres brasileiras. A figura masculina – evocada pelas lembranças das mulheres – provoca a reflexão do que o homem representa para elas dentro desse universo perverso de “amor e ódio”, “submissão e poder”, das relações entre mulheres e homens, numa sociedade patriarcal que estimula o machismo.

 

“A questão da violência contra a mulher é um tema que não pode deixar de ser pensado na arena da dramaturgia brasileira. O teatro, ao representar os conflitos e as ambiguidades do humano, acolhe e aproxima – de forma menos cruel – as pessoas da realidade. O espetáculo se propõe a ser um espaço de comunicação, sensibilização e visibilidade para o fenômeno da violência de gênero. Precisamos pensar sobre essa questão, e o teatro é um lugar ideal para atingir mentes e corações”, defende Sílvia Monte, diretora do espetáculo e idealizadora do projeto.

 

“Por Elas”, desde as suas primeiras apresentações, ainda sob a forma de leitura dramatizada, e com a realização da primeira temporada do espetáculo, reuniu um público em torno de 2300 pessoas. Na recente temporada, realizada em agosto na Sala Multiuso do CCMJ – Centro Cultural do Poder Judiciário e Museu da Justiça, o espetáculo foi visto por um público diversificado de 1.100 pessoas em 20 sessões, provocando reflexão e levando diversas mulheres a procurarem as atrizes e a diretora para falar de casos de violência doméstica que vêm sofrendo, como assédio, exploração sexual, estupro, tortura, violência psicológica, agressões por parceiros ou familiares e perseguição.

 

Os estudos e pesquisas para a elaboração da peça partiram de fontes diversas: processos judiciais, teses, artigos, estatísticas, notícias veiculadas nas mídias. Em paralelo a isso, foram realizados encontros com profissionais do direito e da saúde que trabalham com mulheres vítimas de violência doméstica, e a escuta de relatos de pessoas conhecidas, colegas, amigas e familiares.

 

Marcada pela simplicidade de elementos, a cena proposta por Sílvia Monte está disposta em arena e ambientada apenas por bancos. As relações que se formam entre épico e dramático, passado e presente, homem e mulher, indivíduo e grupo, elenco e público, são demarcadas basicamente pelo desenho de cena, interpretação, luz e trilha. A cena é conduzida pelos dois vetores que sustentam a dramaturgia: de um lado, os relatos, permeados de violência; e do outro, a relação ambígua que se estabelece no grupo de mulheres, unidas na dor e na vergonha de serem maltratadas pelos seus parceiros.

Data: 05/12/2018 até 20/12/2018
Horário: 19:00
Quando: Terça a Domingo
Valor: R$ 30,00
Site/E-mail: www.caixacultural.com.br
Fonte: Assessoria de Imprensa Sara Paixão
Local: CAIXA Cultural Rio [Unidade Almirante Barroso]
Endereço: Avenida Almirante Barroso, 25 - Centro
Telefone: (21) 3980-3815

Obs: As informações acima são de total responsabilidade da Fonte declarada. Não foram produzidas pelo Instituto Pinheiro, e estão publicadas apenas para o conhecimento do público. Não nos responsabilizamos pelo mau uso das informações aqui contidas.